
Captura de dados na Indústria
MICROTERMINAIS E COLETORES DE DADOS NOS SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO EM AMBIENTE INDUSTRIAL
Nos dias atuais, quer seja pela enorme competitividade, quer seja pela iniciativa de se conquistar produção em grande escala e abastecimento internacional ( mercado global ), as indústrias caminham cada vez mais na busca da diminuição dos custos de produção, visando preços cada vez mais competitivos.
Para isso, a necessidade de otimizar o acompanhamento da cadeia produtiva é cada vez mais intensa. Controlar estoques, mão de obra e atingir alta capacidade produtiva, é atualmente o diferencial para o sucesso ou não, no alcance desse intento.
Para melhorar resultados e criar um ciclo produtivo eficaz, é necessária implantação de um bom PPCP _ Planejamento, Programação e Controle da Produção
Planejamento _
- Programação das atividades de produção;
- Adequação dos níveis de estoque e suas compras;
- Estudo prévio da movimentação dos materiais desde os insumos, e suas etapas posteriores;
- Etapas de trabalho, processo de manufatura, retrabalho e acabados;
- Otimização dos prazos de entrega, minimizando imprevistos e agilização de suporte e reparo;
Programação _ Situação dos recursos produtivos antecipada à Ordem de Produção _
- mão de obra - disponível, parada, a retornar no prazo do lote fabricado;
- máquinas - disponíveis, paradas, em concerto;
- ferramentas - disponíveis, sendo preparadas;
- insumos - disponíveis, comprados em aguardo, previsão de compras e recebimento;
Controle _
Para um desempenho de qualidade e obtenção de bons resultados, nesta fase o PPCP requer Softwares de Apoio (i) às tarefas configuradas, que por sua vez devem se apoiar em uma Estrutura de Informações (ii) em tempo real ( Real Time ), com apontamento de todo o processo de manufatura através do acompanhamento das Ordens de Produção:
- recebimento da O.P. (Ordem de Prod.) pelo operador do 1. ponto da cadeia _ captura – gerenciador
(Host) captura dados do operador, dados do ponto de operação e data / hora;
- consulta de tarefa _ consulta - operador pode consultar dados sobre tarefa a realizar, qtde., outros;
- imprevistos I _ operador pode informar Host de problema de máquina, falta de mão de obra, outros;
- imprevistos II _ Host pode informar operador sobre procedimentos;
- imprevistos III _ refugos, retrabalhos, Host e operador atualizam dados e procedimentos;
- fim de tarefa _ operador informa data e hora de final de operação da O.P. e encaminhamento;
- Host pode liberar O.P. em sequência padrão, ou informar ao operador novo procedimento;
- Muitas outras situações de Controle: _ Captura de dados pelo Host ( gerenciador ) _ Consulta
de dados pelo operador _ troca de informações atualizadas entre os dois _ ou melhor, muitas
outras situações podem ser Planejadas e Programadas. Cada empresa tem suas características
próprias, o que levará a Planejamentos específicos à cada perfil.
(i ) Softwares de Apoio _ A Colleter Tecnol. não é uma empresa produtora de Softwares. Sua participação está no fornecimento da Estrutura de Informações (ii). Todo Sistema de Automação com participação Colleter Tecnol., sempre conta com Softwares de Apoio (i) de outras empresas .
(ii) Estrutura de Informações _ A missão da Colleter Tecnol. Está justamente na criação, produção e fornecimento de “Ferramental”, o mais completo possível, para as áreas de Captura de Consulta de dados nos Sistemas de Automação.
A seguir apresentamos todas as opções e formas de configuração dos Microterminais, Coletores e Terminais de dados produzidos, bem como seus modos de operação e aplicação no apoio da Estrutura de Informações (ii) necessária ao PPCP.
FERRAMENTAS COLLETER PARA AUTOMAÇÃO
1 – MICROTERMINAIS
Como o próprio nome diz, são concebidos a oferecer a mesma funcionalidade que os “ terminais de vídeo “ dos antigos sistemas Mainframe. O sistema formava-se por um HOST / CPU (computador) central e vários terminais espalhados, interligados em rede. Estes terminais possuíam apenas um monitor de vídeo e um teclado, e não executavam nenhum processamento. Apenas Capturavam dados via digitação no teclado enviando-os ao HOST e Consultavam dados do HOST que se apresentavam em seu monitor de vídeo.
Os Microterminais, funcionam de modo similar, porém possuem tamanho reduzido, teclado reduzido _ modelos com 16 ou 42 teclas _ e ao invés de um monitor, possuem um display LCD que de acordo com o modelo, pode ter de 2 a 8 linhas.
Atualmente existem no mercado 2 tipos conceituais de Microterminais _ os iguais aos antigos terminais de vídeo, denominados “terminais burros”, ou melhor, que não possuem nenhum tipo de processamento, apenas repassam a tecla digitada ao HOST e recebem o caracter endereçado ao LCD pelo HOST. Ou, Microterminais com funções de maior nível, que enviam e recebem “pacotes” de dados, melhorando o desempenho do sistema.
Os Microterminais além das operações básicas de um terminal de vídeo, agregam também outras capacidades operacionais ( veja www.colleter.com.br ):
- Teclados relegendáveis, com funções especiais e com sistemas de atalho via LCD;
- Displays LCD de vários tipos com até 8 linhas x 20 caracteres;
- Leitura de código de barras através de fenda ( ranhura ) acoplada ao gabinete;
- Leitura de tarja magnética através de fenda ( ranhura ) acoplada ao gabinete;
- Interface para Leitura de código de barras através de dispositivo externo – Leitor de código de barras tipo CCD ( de contato ), ou tipo Laser p/ leitura à distância;
- Interface para conexão de impressora serial _ os vários tipos de impressoras;
- Interface para conexão de balanças;
- Entradas e saidas digitais, com ou sem contadores, para monitoração e atuação de eventos;
- Funções prontas para otimização da operacionalidade.
A partir de tudo isso, as vantagens da utilização de Microterminais passa a ser grande, vejamos:
- Equipamento robusto, aceita manuseio de operadores em ambiente de chão de fábrica;
- Tamanho reduzido, ocupando menores espaços_ ocupa um volume 10 vezes menor que um microcomputador. Podem ser utilizados em cima de mesas grandes e pequenas, balcões, em pequenos espaços, ou instalados em parede, colunas, ou suportes verticais.
Tipo mesa Tipo parede
- Não necessidade de instalação de Sistema Operacional;
- Baixíssimo índice de quebra _ sem partes móveis / mecânicas, fácil assistência técnica;
- Tecnológicas _ fabricantes nacionais com tecnologia para suporte técnico e aplicativo, bem como para customizações e projetos especiais ( menor dependência internacional );
- Baixo custo.
- Configurados com interfaces específicas para aplicação de Automação;
Sinais digitais p/ monitoração e acionamentos Leitura de código de barras
- Possibilita conexão em rede de vários pontos de trabalho, à um único microcomputador, estando este em rede corporativa ou não _
Configurações de rede: Vide > Soluções - Hardware > Diagrama de redes acima
Nota do autor:
# Este material tem o intuito de fornecer elementos, para que Diretores, Gerentes e Supervisores da Indústria, possam utilizar no processo de criação e elaboração de um plano de implantação de recursos de Automação. Todo suporte à utilização de nossos produtos na fase de concepção da Estrutura de Informações, estará à disposição através de contato com a Colleter Tecnologia.
Em breve mais informações serão juntadas no sentido de dar maior conteúdo aos conceitos e idéias deste material, e principalmente proporcionar uma série de exemplos e cases de aplicações de Automatização da informação no ambiente da Indústria e Chão de Fábrica.
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